
O amor não é apego, porque o amor é liberdade, e o apego é servidão.
Deus é liberdade. O amor não é uma emoção humana, o amor é uma força divina da criação e uma força celestial de ressurreição. O amor não é um instinto decorrente dos sentidos físicos, trata-se de uma força de vida que vem do espírito. O amor não é um hábito morto que nos une e nos faz apegar-nos, é uma força de renovação perpétua que nos renova e nos liberta. O amor não é um sentimento dirigido a algo específico ; o amor é uma luz que brilha em todas as direções.
Deus não é um sentimento. Deus não é um hábito, e Deus não é um afeto, Deus não é uma ideia. “Deus é a verdade, Deus é vida, Deus é o criador e doador da vida. O amor não pergunta o preço nem a compensação por se dar a si mesmo. O amor sempre vai até o fim.
O amor que brota de um ser humano tem o objetivo de voltar àquele de onde vem. Quando um homem ama com sua própria força, este amor só serve a ele mesmo, seja qual for o tipo de seu amor ou a força desse amor. O amor que provém de Deus, que Ele dá aos homens, tem o outro como objetivo.
Se o seu amor vier de Deus, ele servirá seu irmão. Se o seu amor vier de você, só servirá a você mesmo. O homem cujo amor vem de si mesmo só ama a si mesmo nos outros, e acha que os ama. Nunca confunda amor com desejo, amor com sentimento, amor com hábito, nem amor com apego.
